Já ouviu falar sobre queijo de chocolate? Ele existe!

Sim, ele existe! Trata-se de um Blue Cheese  preparado deliciosamente com licor de chocolate, coberto por cacau em pó com uma camada de chips de chocolate.  Essa deliciosa combinação vem da Austrália. A  Curds & Whey, marca especializada em laticínios que resolveu unir queijo e chocolate em um único produto.E os inventores desse queijo o fizeram com esmero especial: “o queijo é especialmente suave, e o licor traz o sabor do chocolate sem exagerar na doçura”, afirmou Anna Burley, diretora da marca.

Fonte: Portal do Queijo

Bacalhau ao Molho Branco

Ingredientes 

  • 1,5 kg de lascas de bacalhau
  • Azeite de oliva a gosto para refogar
  • 2 cebolas picadinhas
  • 1 pimentão verde picadinho
  • 1 pimentão amarelo picadinho
  • 2 alhos amassados
  • 1 tomate picadinho
  • Salsinha a gosto
  • 1 copo de requeijão Sabor da Serra
  • 1 caixa de creme de leite
  • 1 kg de batata
  • Sal a gosto
  • Orégano a gosto
  • Salsinha a gosto

Modo de preparo

Dessalgue o bacalhau com um dia de antecedência. Corte as batatas em rodelas e cozinhe na água acrescentando sal e orégano. Refogue os temperos no azeite por uns 3 minutos, em seguida acrescente as lascas de bacalhau, deixando em fogo baixo por 10 minutos. Por fim, acrescente o requeijão Sabor da Serra e o creme de leite ao refogado, ficará um molho delicioso e cremoso. Coloque em um refratário, untado com margarina, as batatas, em seguida o creme que formou do bacalhau, salpique salsinha.

Batata recheada com requeijão e bacon

Ingredientes:

* 10 batatas médias;
* 100g de bacon;
* 1 copo de requeijão Sabor da Serra;
* 100g de mussarela Sabor da Serra picada;
* 100g de presunto picado;
* Cheiro-verde picado;
* Sal a gosto.

Modo de preparo:

* Corte as batatas no sentido do comprimento e cozinhe com sal até que fiquem macias;
* Cave e retire um pouco da polpa. Vai ficar algo parecido como um barquete;
* Reserve a polpa;
* Coloque as batatas já “cavadas” numa assadeira;
* Frite o bacon até ficar bem crocante. Misture o bacon com a polpa das batatas, o requeijão, a mussarela, o presunto e o cheiro-verde;
* Recheie as batatas e leve ao forno por 20 minutos.

Doce de banana na manteiga gratinado

Ingredientes:

 

* 2 colheres de sopa de manteiga Sabor da Serra;
* 7 bananas nanicas cortadas no comprimento;
* 6 colheres de sopa de açúcar;
* 4 claras;
* Canela em pó a gosto.

 

Modo de preparo:

* Coloque a manteiga em uma frigideira e leve ao fogo até derreter;
* Acrescente as fatias de banana e frite dos dois lados, aos poucos (só até dourar levemente);
* Coloque as bananas fritas em uma travessa;
* Coloque canela em pó por cima das bananas;
* Coloque uma colher de sopa de açúcar na frigideira em que fritou as bananas;
* Mexa até formar uma calda;
* Coloque a calda por cima das bananas;
* Bata as claras em neve, coloque, aos poucos, cinco colheres de sopa de açúcar e bata bem até formar um merengue;
* Coloque por cima das bananas;
* Leve ao forno até o merengue dourar;
* Pode ser apreciado quente ou gelado.

Penne com presunto e queijo gruyère

Ingredientes

  • 500g de macarrão penne
  • 200g de presunto ou chester
  • 50g de azeitonas verdes sem caroço
  • 100g de queijo parmesão ralado
  • 200g de queijo gruyère (ou catupiry) Sabor da Serra
  • 1 caixinha de creme de leite Sabor da Serra
  • 1 cubo de caldo de galinha

 

Modo de preparo

Cozinhe o macarrão.

Pique o presunto e as azeitonas.

Unte um refratário.

Coloque o presunto picado, as azeitonas picadas, o queijo parmesão, o queijo gruyère, o cubo de caldo de galinha picado e o creme de leite.

Misture tudo.

Coloque o refratário com os ingredientes no forno, para gratinar por 20 minutos.

Mexa bem.

Depois de escorrer o macarrão, coloque no refratário com o molho e misture bem.

Berinjela recheada com ricota

Ingredientes

  • 300g de ricota fresca Sabor da Serra
  • 1 colher (sopa) de azeite (13 ml)
  • 4 talos de cebolinha fatiados
  • 3/4 de xí­cara (chá) de aveia em flocos (60g)
  • Sal a gosto
  • 1 berinjela grande
  • 1 tomate sem sementes em cubos pequenos (80g)

 

Modo de Preparo

Comece pelo recheio. Amasse a ricota com um garfo. Misture bem todos os ingredientes e divida em quatro partes iguais. Reserve.

Para montar o prato, corte a berinjela em quatro rodelas iguais. Apoie as rodelas em uma tábua e retire o miolo com a ajuda de uma colher (deixe 1 cm de miolo na base das berinjelas para o recheio não vazar por baixo). Tempere o interior com sal e distribua o recheio na cavidade de cada berinjela.

Divida o tomate em quatro partes iguais e coloque-as na superfície das berinjelas.

Leve as berinjelas para assar em assadeira untada com azeite e coberta com papel-alumínio em forno preaquecido a 180°C por cerca de 30 minutos ou até ficarem macias ao toque de uma faca.

Sirva-as em seguida, acompanhadas de filé de peixe grelhado ou frango.

Carboidrato do soro do queijo aumenta imunidade a doenças

O leite materno humano tem carboidratos chamados oligossacarídeos, que servem de alimento para bactérias benéficas, como a Bifidobacterium infantis.Segundo Daniela Barile, professora do Instituto de Ciências e Tecnologia de Alimentos da University of California em Davis, Estados Unidos, ao se proliferar e colonizar o intestino, essas bactérias benéficas aumentam a imunidade e ajudam a proteger os bebês de infecções e doenças causadas por micróbios prejudiciais à saúde, como a Evidências mostram que o leite materno promove a saúde intestinal dos bebês, ajudando a aumentar a imunidade e protegê-los de uma ampla gama de problemas de saúde, como obesidade, diabetes, problemas de fígado e doenças cardiovasculares, disse Barile. Um grupo de pesquisadores da universidade californiana, liderado pela cientista italiana, está obtendo do soro de leite permeado – um produto obtido por meio da remoção parcial da proteína do soro de leite – oligossacarídeos semelhantes aos do leite materno humano.

A ideia dos pesquisadores é adicioná-los a suplementos alimentares para restaurar o equilíbrio microbiano no trato digestivo e possibilitar aumentar a imunidade de pessoas com sistemas imunológicos comprometidos – como pacientes com HIV ou submetidos à quimioterapia –, além de adultos, idosos e bebês incapazes de receber leite materno.Alguns dos resultados do estudo foram apresentados por Barile em palestra em uma sessão sobre alimentos e agricultura durante a FAPESP Week UC Davis in Brazil, realizada nos dias 12 e 13 de maio em São Paulo.A descoberta de oligossacarídeos no soro de leite permeado abre novas possibilidades de aplicação dessas moléculas alternativas, que imitam o mais próximo possível as características estruturais e funcionais dos oligossacarídeos do leite humano, em suplementos e produtos lácteos, com o intuito de diminuir os desequilíbrios microbianos no intestino de crianças e adultos, avaliou Barile. As vacas produzem oligossacarídeos estruturalmente semelhantes aos encontrados no leite materno. O problema é que a produção dessa molécula diminui após os primeiros dias de lactação do animal.Na busca por outra fonte alternativa da molécula – uma vez que ainda é difícil sintetizá-la quimicamente para ser usada em grande escala –, o grupo de Barile desenvolveu técnicas para obter oligossacarídeos a partir do soro de leite permeado.O soro de leite é produzido em grandes quantidades no processo de fabricação do queijo e é difícil de ser eliminado pelos laticínios, porque não pode ser descartado na água e em sistemas de esgoto, disse Barile. Segundo ela, 100 litros de leite resultam na produção de 10 quilos de queijo e 90 litros de soro de leite, que contêm cerca de 50% dos nutrientes do leite. São produzidos cerca de 200 milhões de toneladas de soro de leite no mundo por ano, dos quais 3 milhões no Brasil.Alguns dos produtos comercializados hoje a partir desse resíduo da indústria de laticínios por meio da recuperação das proteínas por processos de ultrafiltração são concentrados ou proteínas de soro de leite isoladas – conhecidas popularmente como whey proteins. Além desses produtos, que são altamente rentáveis, é possível obter desse produto o soro de leite permeado, que tem alto teor de lactose, mas é poluente e o custo para eliminá-lo é elevado, afirmou Barile.A implementação de um processo de baixo custo para recuperação sistemática dos oligossacarídeos do soro de leite permeado permitiria às indústrias de laticínios agregar valor a esse subproduto e gerar ingredientes lácteos de alto valor no mercado, avaliou. Os pesquisadores da universidade californiana estudam o desenvolvimento de processos combinando biotecnologia e engenharia industrial que possibilitem às indústrias de laticínios extrair grandes quantidades de oligossacarídeos de permeado de soro de leite.Paralelamente, outros grupos de pesquisadores da instituição realizam estudos in vitro (com células epiteliais), além de em modelo animal e com humanos com os oligossacarídeos obtidos do soro de leite permeado em laboratório, para avaliar os efeitos prebiótico e de imunomodulação da molécula.Por meio de um projeto apoiado pela Fundação Bill e Melinda Gates, um grupo de pesquisadores da universidade californiana também está avaliando como bactérias do intestino consomem oligossacarídeos.Os resultados do estudo podem ajudar no desenvolvimento de substâncias que melhoram a imunidade de crianças não alimentadas com leite materno.O leite materno tem um papel importante na colonização microbiana inicial, disse Barile. Bebês alimentados somente com leite materno apresentam um menor número de bactérias intestinais potencialmente patogênicas, como enterococos, enterobactérias, clostridia e bacteroides. Já crianças alimentadas com fórmula infantil artificial apresentam um maior número dessas bactérias.Além da pesquisadora da UC Davis, participaram da sessão sobre alimentos e agricultura Bernadette Dora Gombossy de Melo Franco, professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCF-USP) e coordenadora do Centro de Pesquisa em Alimentos (ForRC) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP; Bennie Osburn, professor da Escola de Medicina Veterinária da University of California em Davis; e Luiz Antonio Martinelli, professor do Centro de Energia Nuclear em Agricultura (Cena) da USP.

Fonte: Revista Exame